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Antonio Hélio Cabral

Antonio Hélio Cabral
Pintor, desenhista, gravador, escultor, professor e arquiteto, nasceu em Marília, SP, em 1948. Um dos artistas mais procurados em São Paulo, onde mora, tem uma sólida carreira, com exposições na Pinacoteca do Estado, MAC e MASP e nas principais galerias.
Sua obra beira o abstracionismo e o realismo, o expressionismo e o fauvismo, com pinceladas rápidas e precisas. São raras as revendas de suas obras, mesmo as de sua fase figurativa realista, pois todas as suas fases são bem procuradas no mercado de arte.

 
Antonio Hélio Cabral - GAAC029-080X100
Antonio Hélio Cabral - GAAC032-110X150-Figura com Turquesas
Antonio Hélio Cabral - GAAC031-160X120-Lídia
Antonio Hélio Cabral - GAAC021-060X050
Antonio Hélio Cabral - GAAC030-100X070-Disp.Art.
Antonio Hélio Cabral - GAAC028-050X050
Antonio Hélio Cabral - GAAC017-060X060
Antonio Hélio Cabral - GAAC014-040X030
Antonio Hélio Cabral - GAAC011-040X030
Antonio Hélio Cabral - GACM010-040X030
Antonio Hélio Cabral - GACM001-080X100
 

Curriculum

ANTONIO HELIO CABRAL

1948 -Antonio HélIo Cabral nasce em 25 de outubro em Marília, SP. 1958/68 -Em 1958, vem residir em São Paulo com os pais. Por volta de 1961, começa a freqüentar a oficina de Fausto Boghi, artífice italiano. Aprende técnicas do cinzel por cerca de dois anos e experimenta outras de incisões. 1970 -Como estudante da FAU(Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da USP auxilia na organização da 1° Exposição de Artes Plásticas de alunos e estudantes da FAUUSP e participa da mesma e expondo desenhos de humor. Após a sua entrada na FAU, os diálogos com Flávio Moita , o incitam a explorar novos meios de arte, e Cabral realiza trabalhos sob a estética do achado, objeto trouvé. O humor de suas obras, muita vezes ferino,esta presente desde o início de sua produção; por vezes o humor esconde-se na trama, outras vezes surge como brutalismo. 1971 -Sem abandonar a estética do achado que persiste sobretudo em desenhos, Cabral veste-se do sentido da busca, daí inserir em sua produção, a pintura de cavalete como pesquisa. Datam deste ano, desenhos aquarelados que jogam com o imaginário da ambigüidade. 1972 -Participa de coletivas organizadas no MAC e no MASP respectivamente, Arte Jovem Contemporânea e Salão Paulista de Arte Contemporânea, e de mostra organizada pela Associação dos Amigos do Museu de Arte Moderna de São Paulo. 1973 -Monta ateliê na rua Tupi onde passa a exercitar-se em pintura de cavalete e, como afirma, engata no deboche, algo como na obra de Dubuffet. Realiza exposição individual na Foca Galeria, São Paulo, onde mostra obras irônicas em desenhos aquarelados e alguns objetos. Participa da exposição organizada pela Associação dos Amigos do Museu de Arte Moderna, São Paulo, da Bienal de Santos, Salão de Exposição de Artes Plásticas Il de alunos e estudantes da FAUUSP montada no Museu Lasar Segal. Ensina desenho no Artestudium, por cerca de um ano. 1974 -Começa a ensinar pintura e desenho no Museu Lasar Segal; faz pesquisas sobre artistas do decênio de 40 e organiza exposições, destacando pintores e temática do período. Novamente monta neste museu, a exposição dos alunos e estudantes da FAUUSP a terceira e última mostra, na qual Cabral participa mostrando trabalhos feitos com esmalte sobre compensado. Datam deste ano, pinturas de cabeças, que mantêm o humor de outras realizadas anteriormente. Também são desse ano as cabeças de pedra-sabão que, ironizando o multifacetado cubismo, produz rostos gaiatos. Essas esculturas são objetos de natureza morta que Cabral pinta em 1978. 1975 -Freqüenta as sessões de modelo vivo no ateliê de Antônio Carelli, das quais também participa Raphael Galvez. Recebe orientação sobre modelagem e fundição em gesso no ateliê de Galvez. Expõe na Galeria Atelier(Rio de Janeiro), desenhos que, segundo Cabral, estavam entre o brutalismo e o humor. 1976 -Escreve Kossovitch que, nos anos de 76, 77 e 78, Na atividade artística de Cabral sofre mudanças significativas, o que se observa nos trabalhos (...) respectivamente mostrados no MASP e na Pinacoteca do Estado de São Paulo e na Lacio Galeria de Arte Kossovitch evidencia as diferentes direções de Cabral que, como artista, não prescreve normas para seus trabalhos, tampouco se limita a pensar numa única direção. 0 Museu de Arte de São Paulo organiza individual do artista mostrando produção diversificada, com desenhos de humor e obras de execução brutalista. Participa da Bienal Nacional, São Paulo, expondo objetos infláveis. 1977 -Monta ateliê no Pari, onde permanece por cerca de um ano. Prossegue com pintura de observação, sem contudo deixar de revitalizar questões anteriores em novas chaves. Expõe conjunto de pinturas, desenhos e objetos que valorizam a estética do achado na Pinacoteca do Estado. Enquanto esta proposta é discutida na Pinacoteca, realiza entre este ano e o seguinte, Kit.Caras que revigora a de Logocaras, de 1975. É neste ano que Flavio Motta freqüenta algumas sessões de modelo vivo no Pari. 1978 -Expõe na lacio Galeria de Arte, São Paulo, Kit-Caras, exposição sob a estética do humor, na qual o comprador, ao adquirir um pacote com 25 carinhas, as montava num suporte previamente preparado. Datam deste ano pinturas de imaginação, criadas pelo desejo de rememorar o imaginário infantil. É também deste ano, a Natureza Morta com Cabeças, irônica e brutalista quanto à execução. 1979 -No início do ano segue para Minas Gerais, onde permanece pintando por um mês. A seguir, deixa de freqüentar as sessões de modelo no Pari e pinta paisagens de observação na Vila Mariana. 1980 -Realiza exposição na Galeria Seta, São Paulo com paisagens da Vila Mariana, pinturas que têm composição estruturada geometricamente. Esta pintura indica a direção das obras que Cabral realizaria nos dois anos seguintes. 1981 -Incorpora às suas pesquisas a busca da plástica; adensando os contrastes de claro-escuro, dá tatilidade às naturezas mortas que constrói. Em Marilia, é organizada exposição na Galeria Flexor com pinturas de lembranças da infância, realizadas em 1978. 1982 -Desde o ano anterior, dá aulas de desenho e pintura na Pinacoteca do Estado, tendo como motivo o jardim da Praça da luz. Em Santa Catarina pinta Mar, aquarela resolvida por amplas áreas de cor, incorporadas aos traços do registro gráfico. 1983 -Realiza individual na Galeria Seta, São Paulo, expondo figuras femininas em desenhos e aquarelas. 1984 -Neste ano, pinturas como Retrato, Mapoteca, Quadro e Terraço, mostram novas soluções plásticas( cascas, definição dada por Kossovitch, no livro sobre o artista). 1985 -Participa da XV Bienal de São Paulo, e expõe figuras na individual organizada pela Galeria Espaço 1030, São Paulo. 1986 -A Galeria Millan, organiza a exposição Cabral -Pinturas e Esculturas, com texto de apresentação de Jacob Klintowitz, São Paulo. 1987 -Participa da exposição coletiva 18 Artistas Contemporâneos, organizada pela Dan Galeria, com curadoria de Emanoel Araújo em Brasília, DF. 1988 -Integra a coletiva intitulada Ação realizada no MAM, São Paulo. Expõe na Galeria Millan, São Paulo. 1989 –Recomeça a pintura de humor, transfiguração da pintura de cabeças de 1973/74. 1990 -Participa das coletivas organizadas sob o conceito Brasil-Japão no Palácio do Itamarati, Brasília-DF, no Museu de Arte de São Paulo e em Sapporo no Japão, no Museu de Belas-Artes de Atami e no Museu Central de Tóquio, Japão. Em São Paulo, expõe Coleções, organizada no Gabinete 144. 1991 -Expõe individualmente na Galeria Paulo VasconceIlos,São Paulo. 1992 -Participa novamente da exposição Brasil-Japão montada no Museu Central de Tóquio, em Sapporo, e no Museu Central de Belas-Artes de Atami. Expõe na Feira de Arte 92,em Buenos Aires, Argentina e na Feira Miami Arte 92, em Miami, EUA. 1993 -Exposição individual no Gabinete 144, Cabral Pinturas e Relevos com curadoria de Luiz Américo Munari. 1994 -Participa da exposição OS Novos Viajantes, organizada por Jacob Klintowitz no SESC Pompéia, São Paulo. Coletiva Arte Atual Brasil Senses, Escritório de Arte Renato Magalhães Gouvêa, São Paulo. Conhecedor da pintura dos anos 40 de São Paulo, Cabral faz a curadoria da exposição de Raphael Galvez, Cidade à Sombra dos 40, Pinacoteca do Estado de São Paulo, São Paulo. 1995 –Lançamento do livro Helio Cabral, escrito por Leon Kossovitch e editado pela EDUSP com mostra no Museu de Arte Contemporânea da Universidade de São Paulo da qual Kossovitch é curador. 1996 -Expõe "Monotipias e Litografias no Gabinete 144, São Paulo. Expõe na Galeria Elizabeth Nasser, com curadoria de Jacob Klintowitz, Uberlândia, MG. 1997 -Monta ateliê no centro da cidade, onde realiza pinturas de grande formato. 1998 -Casa das Artes Galeria monta individual de litografias do artista. 1999 -Exposição Pinturas Recentes na Pinacoteca do Estado de São Paulo, com curadoria de Mayra Laudanna, São Paulo. 2000 -Participa com pinturas das exposições Almeida Júnior um artista revisitado e OS Anjos Estão de Volta, ambas na Pinacoteca do Estado de São Paulo. Participa da coletiva Brasil 500 Anos no módulo A Carta de Caminha. Participa da exposição Entre Séculos na Galeria Tina Zappoli, Porto Alegre, RS. 2001 -Exposição individual de pinturas sobre papel, na Galeria Millenium, SP. 2002 –Exposição Cabral – Coleção Casa das Artes na Casa das Artes Galeria. 2003 –Ilustra com série de litografias o poema Marcas Marinhas de Saint John Perse, Ed.Atelier, São Paulo. 2004 –Expõe obras em diversas técnicas no escritório de arte de Marilú Cunha Campos, São Paulo. Lança série de cerâmicas na Galeria Arte Aplicada, São Paulo. 2005 –Mostra Coletiva Brasileiro, Brasileiros Museu Afro Brasil, com curadoria de Emanoel Araújo, São Paulo. Mostra Comemorativa dos Cem Anos da Pinacoteca do Estado de São Paulo, FIESP, São Paulo. Lançamento do Livro Pincelagens e Debuxos, organizado por Mayra Laudanna, Ed.Atelier, com mostra paralela na Galeria Estação São Paulo, São Paulo. Exposição Individual na Galeria Renot, com curadoria de Vera Novis. 2006 –Mostra Individual – Faces de uma só Face, Art Lounge, Lisboa, Portugal. 2006 –Mostra em cenário do Programa Metrópolis – TV Cultura. 2006 –Participação na Feira de Arte Contemporânea – Arte Lisboa, pela Galeria Art Lounge.

 
 
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